domingo, 3 de fevereiro de 2008

Ansiedade



Quando não te vejo, perco o rumo.
Vagueio à esmo. Mergulho numa ansiedade sem fronteiras.
Meu céu interior tinge-se de cores esmaecidas.
Ergue-se em meu horizonte interior, uma densa cortina brumosa.
Sinto ímpetos de embriagar-me nos bares da vida,
Andar estrangeiro pelas ruas desertas,
Alheio às luzes de néon, às pessoas,
Imerso em outra realidade menos crua.

Oliveira

Um comentário:

ANDERSON disse...

Gostei mto dessa poesia, talvez pq eu tenha me identificado com ela!
hehehehe
Mesmo assim, ela é mto boa, adorei mesmo, continue assim escrevendo poesias como esta, simples, bem elaborada e carregada de sentimento.

abraços.